Friday, August 15, 2008

Quando as máscaras caem

Você pode nunca ler isso, e nunca mesmo realizar isso. Mas eu preciso desabafar, pensando que estou falando diretamente para você, enquanto você malandrão agiliza teu lado e manda um foda-se pro seus "colegas" de trabalho.
Porque eu não falo pessoalmente? Porque não vale. Porque o tamanho do seu cinismo me dá medo, e me faz realizar que respeito nenhum você tem, apesar de achar que está certíssimo.
Não discuto com pessoas como você. E nem me surpreendo que existam milhares de pessoas no mundo como você.
Não levar pro pessoal?
Quem levou foi você, gritando no meio do trabalho comigo, perguntando se o meu braço é curto para fazer o trabalho que você abandonou como um tirano pra pegar a prancha e mandar um foda-se pros burros de carga que você acha que tem subordinados à você. I'm sorry dear. You're not that good.

Eu achava você uma pessoa legal, divertida e do bem. Mas passar por cima sem nem olhar pra trás, e nem perguntar se está tudo bem, fingindo que nada aconteceu e ainda palpitando no trabalho sujo que estou fazendo por você, eu nunca imaginei.
Do seu grande ego eu já desconfiava. Mas será que é tudo isso mesmo? Eu duvido, pelo o que vejo, de aonde você conseguiu chegar até agora. Frustrating.

Eu tenho muito o que aprender ainda? Pelo visto a última pessoa a me ensinar algo aqui é você. E com 30 anos? Você já deveria ter aprendido a ser menos mimado, ter mais respeito e si-mancol com as pessoas. Já era tempo.

Uff. Agora só falta te meter o soco na boca que me deu vontade a hora que você surtou igual a uma gazela e pegar o meu "braço curto" e enfiar bem fundo no seu cú, seu escroto!

Não olhe pra mim, muito menos pra minha tela, e nem fale comigo até você realizar o tamanho da sua grosseria e me pedir desculpas. Que eu duvido muito, vindo de você, o deus todo poderoso do design moderninho non-sense at all.

Sem mais.

1 comment:

julia p. said...

wow!
respira.
que tudo vai fluir ;)
eeee

adouro!